O vice-presidente da Federação Nacional dos Institutos dos Advogados (FENIA), Eduardo Lycurgo, concedeu entrevista à Gazeta do Povo, em reportagem publicada no dia 30 de julho, sobre as possíveis consequências eleitorais envolvendo o senador Flávio Bolsonaro após o uso de um vídeo com inteligência artificial durante a convenção do PL.

Na entrevista, Lycurgo explica que a proibição do uso de inteligência artificial prevista pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem como objetivo impedir a divulgação de conteúdos falsos capazes de comprometer a lisura do processo eleitoral. Segundo o advogado, esse entendimento não se aplica ao caso em discussão, uma vez que o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro é público, reiterado e amplamente conhecido.

“O que o TSE vedou foi usar a IA para difundir mentiras, fatos inverídicos que poderiam causar desequilíbrio ao pleito. Sabidamente, o apoio de Bolsonaro a Flávio não é uma mentira. Não se extrai nada daquele vídeo que seja sabidamente inverídico ou gravemente descontextualizado. Está de acordo com as declarações que ele sempre deu”, afirmou.

A reportagem completa está disponível no portal da Gazeta do Povo.

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